Matuta em Lata: a cachaça além da cachaça

Existem no Nordeste vários termos regionais que indicam algo precário, improvisado ou feito sem qualidade, a exemplo de “feito nas coxas”, peba, “troço safado”, páia, gambiarra, marromeno e fulêro.

Felizmente, tais expressões são proibidas e combatidas pelos que fazem a Cachaça Matuta. E eu reforcei essa certeza quando fui apresentado à nova linha de latinhas que embalam as cachaças da marca.

São belas embalagens que, antes mesmo da vontade de abrir e beber, convidam o consumidor a conjugar outros verbos, como sorrir, admirar, presentear e colecionar. Na verdade, são itens que podem disputar, tranquilamente, um prêmio da ABRE, a Associação Brasileira da Embalagem.

O volume de cada latinha é de 270 ml.  A logomarca, com a esbelta e faceira mocinha Matuta, apresenta-se em destaque, sob as cores amarelo-ouro (cachaça cristal), verde (armazenada na umburana) e vinho (armazenada no bálsamo).

Para a Matuta sua cachaça não é um simples produto ou algo anônimo, pelo contrário, tem identidade, com nome e sobrenome.

O orgulho das origens e de sua história ficam claros ao se examinar os rótulos. A cachaça é originária da cidade que é Patrimônio Histórico e Artístico Nacional: Areia – Paraíba, e isso é evidenciado claramente nas latinhas. Protegendo a parte superior do produto, têm-se uma tampa plástica na cor black-piano, indicando o engenho (Vaca Brava) e o ano de início de produção, 1865. Essas referências são caras para os produtores e  impregnam o produto com forte apelo cultural e histórico.

Agora vamos deixar de “beber com os olhos” e falar do conteúdo: dentro das latinhas temos três produtos diferentes e diferenciados: na dourada, a Matuta Cristal, com 40% de teor alcoólico, que é a base para as demais cachaças. Sua qualidade sensorial (doce, floral e frutado) foi premiada duas vezes na Expocachaça/MG nos anos de 2017 e 2018.

Na verde vem a Matuta Umburana, com 39% de álcool, armazenada por 12 meses em barris de umburana, tem a cor dourada e traz notas de canela e especiarias.

Para finalizar temos a Matuta Bálsamo, novidade, também com 39% de teor alcoólico e igualmente armazenada por 12 meses, dessa vez em barris da madeira bálsamo. Sua cor é de âmbar cristalino e no sabor percebe-se o anis, a erva-doce e o cravo.

Voltando aos termos regionais, o nordestino também tem suas gírias próprias para se referir a coisas boas e de qualidade, e algumas pessoas reagem muito nordestinamente quando tomam uma dose de Matuta, tecendo elogios do tipo: é pra se torar”, “tem a parêia não”, “deu o grau”, “primeira sem segunda”, “altamente arretado”, etc.

Muitos dizem que só nordestino entende isso. Às vezes até concordo, mas não precisa ser nordestino para comprar e provar dessas delícias enlatadas, pois a Cachaça Matuta está presente em várias redes de super e hipermercados e em sites como companhiadacachaca.com.br e matuta.com.br.

 

Finalizando os termos nordestinos, por hora, no que se refere à Cachaça Matuta dizem também, na hora de tomar uma:

Chega, Acunha, Arrocha o nó, Se avexe, Avia, etc.

Então… o que você tá esperando? Acunha!
Nordestine-se e Matute-se.

 

Maurício Carneiro.

@mauricio.carneiro_  site: companhiadacachaca.com.br

e-mail: contato@companhiadacachaca.com.br
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